Saúde, Beleza e Vitamina C

Desde os primórdios da cultura humana, são utilizados óleos e cremes em rituais sagrados e no tratamento do corpo. Sabe-se por meio das descobertas em pirâmides, passagens da Bíblia e, posteriormente, através dos gregos e romanos que o uso de produtos cosméticos era muito difundido.

 

Até a década de 30, o número de matérias-primas, assim como o de produtos, era bastante restrito. O desenvolvimento da química dos tensoativos no período pré e pós-Segunda Guerra Mundial possibilitou um crescimento excepcional da indústria cosmética.
 
A vitamina C, antes encarada como sinônimo de tratamento e prevenção de resfriados, possui hoje uma grande importância nos cosméticos, devido à combinação de sua influência na síntese do colágeno, na regeneração da vitamina E (efeito anti-radicais livres) e regularização da produção da melanina. Estudos demonstraram que aplicação de produtos cosméticos contendo vitamina C diretamente sobre a pele é também benéfica. É largamente sabido que esta vitamina é capaz de neutralizar os radicais livres (moléculas responsáveis pelo envelhecimento prematuro da pele), além de diminuir os efeitos maléficos da radiação solar.
 
A fonte mais popular da vitamina C no Brasil, hoje, é a laranja, cujo consumo de 60 miligramas (aproximadamente dois copos e meio de suco) satisfaz a necessidade humana diária, diminuindo a incidência de coágulos nas veias, ajudando a impedir certas infecções viróticas e bacterianas, fortalecendo o sistema imunológico, baixando o colesterol no sangue e, também protegendo contra agentes cancerígenos.
 
Assim, a vitamina C, além de auxiliar no tratamento e prevenção de gripes e resfriados, é uma aliada contra o envelhecimento precoce da pele, constituindo um ponto a favor da cosmética.

 
Fonte: Revista Citricultura Atual, adaptado do texto de Cliciane Dalfré (GCONCI) e Valéria Xavier P. Garcia (Téc. Laboratório Qualidade/CCSM)

Voltar